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Cassinos/Enclaves Netherese
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== O Outro Enclave == * Após saírem do cerne da montanha onde o Enclave de Unidade ficava, o grupo se dirigiu à praia, onde 9 navios estavam ancorados e ainda pareciam estar em estado de conservação razoável para o uso. Um décimo navio também estava na praia, mas havia sido arremessado contra uma parede rochosa, e estava na diagonal, claramente com o casco comprometido. [[file:Madeira_Rachada.jpg|thumb|left|Madeira Rachada, em Faerûn]] * O grupo avançou até o navio da parede rochosa, obteve um bote que nele estava e rumou para explorar os demais navios. Os personagens decidiram que navegariam até o ''Outro Enclave'' utilizando o navio costeiro '''Tempestade da Rainha''', mas então perceberam que, curiosamente, três dos navios ali presentes tinham nomes de navios que eles já tinham visto, afundados no rio Delimbiyr nas proximidades da cidade de Secomber, em ''Faerûn''. Eram: '''Barro Branco''', um costeiro que tinha sido afundado por uma baga de fogo; '''Brandeleiro do Norte''', um cargueiro que havia sido afundado por piratas; e '''Madeira Rachada''', uma caravela que havia sido afundado por danos causados pela própria âncora. Este terceiro navio, no entanto, tinha uma porta mágica com os dizeres: ''"Onde existir vontade, haverá caminho"''. Esta porta era lacrada por 13 peças de madeira numeradas posicionadas em uma determinada ordem sobre o tridente desenhado sobre ela. * O grupo foi até o '''Madeira Rachada''', e descobriu que se tratava da mesma caravela, incluindo a porta mágica, mas esta não estava afundada. Determinados a abrir a porta e atravessá-la, supostamente para retornarem à ''Faerûn'', o grupo optou por navegar com este navio, e Mortuusest se provou um excelente capitão durante a viagem de 5 dias que se seguiu até a grande ilha próxima, regada de muita fome e sede. [[file:Outro_Enclave.jpg |thumb|right|O Outro Enclave]] * Sintra deu a direção da melhor praia para desembarcarem e irem até''Outro Enclave''. * Quando desembarcou, Löris teve uma visão de uma espada sendo criada na beira de um pântano. [[file:ArenaCratera.jpg|thumb|left|Arena Cratera]] * Após chegarem na ilha, o grupo acompanhou Sintra e Jaqos até a '''Arena Cratera''', no ponto mais alto do ''Outro Enclave'', onde Jaqos continuaria sua provação. Jaqos seguiu sozinho até a arena enquanto os demais se colocaram nas arquibancadas para apreciar o espetáculo. Jaqos se sentiu envolvido em uma névoa e então ele estava novamente na linha de combate, liderando uma pequena tropa de 4 soldados através de uma mata para realizar uma missão importante. A mata era patrulhada por soldados do outro lado da guerra, que eram mais numerosos e acabaram encontrando o pequeno grupo de Jaqos. O clérigo sentiu que deveria guiar seus soldados para a vitória através deste destacamento inimigo. Os espectadores notaram que quatro sombras acompanhavam Jaqos enquanto ele combatia com '''soldados mágicos''' que haviam saído dos próprios pilares da arena. [[file:Soldados.jpg|thumb|right|Soldados mágicos]] * Jaqos os guiou para a vitória, e em instantes se percebeu invadindo um castelo, sorrateiramente. Lá dentro, no corredor até a sala do trono, foi interceptado por uma figura que o desafiou. Esta figura era enegrecida e representava seu passado sombrio. Os espectadores o viram lutando sozinho, rolando pelo chão, realizando conjurações luminosas, golpeando o vazio e sangrando ao receber golpes invisíveis. Eventualmente, Jaqos foi capaz de superar seu passado ao conjurar uma magia que fez com que uma martelo de luz atingisse seu inimigo. Os espectadores o viram realizar uma conjuração e acertar a si mesmo com um martelo de luz. Então, Jaqos foi até o trono do castelo, e, atrás deste, abriu um pequeno baú, alcançando e obtendo um objeto que lá estava. Tratava-se da [[Cassinos/Medalha_Kiordrax |Medalha de Ouro de Kiordrax]], que os espectadores viram manifestar-se em um clarão de luz nas mãos de Jaqos. * Sintra e os demais personagens desceram até o clérigo após a provação, e Jaqos sentiu seus poderes serem renovados por Kiordrax, que se revelou ser um Deus anão: O último anão, o Deus da forja, da vitória e da proteção. Sintra o parabenizou e andou passos suaves até a arena. Ao se despedir, transformou-se também em uma imagem nos pilares, assim como os outros soldados mágicos. * Enquanto decidiam seus próximos passos, ainda nas escadarias da Arena Cratera, Löris vislumbrou no horizonte onde um pântano começava, e teve a certeza de que era o mesmo pântano de sua visão. Mas nada comentou. * O grupo decidiu voltar ao navio e buscar recursos para sobrevivência, já que estavam com escassez de alimento e água. Os personagens conseguiram caçar uma dúzia de coelhos, cuja população desproporcional crescia em desequilíbrio neste plano sombrio. * Os personagens tiveram uma excelente refeição de ensopado de coelho cozinhado por Pepo e Ananias. Nos dias seguintes, decidiram tentar a sorte com a porta mágica do navio, e Jaqos começou a esculpir as treze peças. Pepo tentou pescar, mas não obteve sucesso. Ananias encontrou um vasto milharal nas proximidades, e abusou do recurso para fazer farinha, pães, bolos e muita polenta. Mortuusest terminou de ler os livros roubados da [[Cassinos/Estrela_Dalva |Academia Arcana Estrela Dalva]], e também encontrou um cavalo perdido na ilha, que tinha um apetite muito estranho: se alimentava de ferro. Löris leu e buscou decorar o conteúdo do livro não publicado que Pepo havia encontrado na Biblioteca da Academia Arcana do Enclave Unidade, para queimar as páginas e seus conteúdos perigosos. Axaldo e Sir Ontos treinaram na praia. Pepo contou para Löris que não era possível pescar nada nesse mar. Hathra e [[Cassinos/Kalth'randas |Kalth'randas]] aprenderam com Ananias um pouco da arte da padaria. Ananias também se revezou cuidado do [[Cassinos/Abençoado |Abençoado]] junto com Hathra e [[Cassinos/Zaai |Zaai]]. Pepo e Zaai compartilharam alguns momentos juntos, e Pepo começou a criar uma intimidade com a deusa caída, confidenciando à ela algumas de suas histórias e pensamentos. Mortuusest eventualmente conseguiu se amigar com o cavalo e até montá-lo. Löris contou à Pepo de sua visão divina, mas eles concordaram em não ir atrás disso. Ananias teve um sonho em uma noite, onde uma névoa o cobria e solicitava que ele fizesse um juramento de ''não perseguir'', mas se negou. Löris tentou pescar, entrando em um bote e seguindo mar adentro, e até utilizou uma poção de respirar na água e tentou pescar com um arpão enquanto nadava, mas Pepo tinha razão e o mago não encontrou nenhum peixe comestível, embora tenha encontrado e resgatado um barril preso no fundo do mar que aparentemente estava cheio. Jaqos criou a partir do fogo, da areia da Arena Cratera e de um fragmento de madeira negra, um escudo novo, com as bençãos de Kiordrax, que surgiu do fogo feito de um aço negro como a morte. * Após três dias de certo conforto, regados com muita alimentação, Jaqos terminou as peças. O grupo tentou abrir o portal, e descobriram que ele levaria até o que parecia ser o fundo do mar, mas era raso, e era possível ver o sol logo acima. Confiantes, decidiram chamar o Guampa para confrontá-lo e derrotá-lo de uma vez por todas, para que pudessem partir de volta ao que eles acreditavam que fosse ''Faerûn'' do outro lado do portal, e esquecer este plano para sempre. Pepo abriu o barril que Löris havia encontrado e o grupo comemorou bebendo a esperança do sucesso que se seguiria. O grupo dividiu as treze peças entre eles, para que ninguém sozinho tivesse a chave para o portal. Jaqos tinha uma peça extra, pois havia feito quatorze peças de madeira.
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